Realistic Street Prank Video Script
A comprehensive multi-scene script for generating a realistic first-person street prank video, including detailed camera settings, character appearance references, and a synchronized timeline with subtitles.
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Ato 1: 【PROMPT DE VÍDEO】 Gere um vídeo curto vertical 9:16, com cerca de 11-12 segundos. Estilo de gravação real de celular na mão, como um vídeo de pegadinha de entrevista de rua captado de improviso à noite na porta de um hotel ou de um edifício comercial. Ponto de vista em primeira pessoa de quem filma; quem filma não aparece, ouve-se apenas a voz masculina fora de quadro. A câmera fica sempre apontada para a garota, enquadramento de meio corpo bem próximo, leve tremor de mão, aproximando-se um pouco de vez em quando e acompanhando-a, exposição automática oscilando de leve conforme a luz de apoio do celular e os reflexos do vidro, autofoco com breves hesitações. Nada de ponto de vista de câmera de segurança, nada de estética cinematográfica, nada de estabilizador. O cenário é a área externa da entrada de um hotel de luxo ou de um edifício comercial à noite, com luz interna amarelo-quente ao fundo, portas de vidro, paredes reflexivas, plantas e paisagem urbana escura. A luz vem da lanterna do celular, da luz quente do saguão, dos reflexos do vidro e dos postes ao longe. O rosto da garota é iluminado pela luz de apoio do celular, com partes da pele mais claras, o fundo quente levemente estourado e, nas áreas escuras, ruído de foto noturna de celular e blocos de compressão. Há leves reflexos no vidro; no geral a imagem parece um vídeo direto de celular comum. A personagem é uma jovem mulher adulta do Leste Asiático, com rosto e roupa conforme a referência 图片_20260701185043_335_19, maquiagem caprichada, corpo e penteado conforme a referência 图片_20260701185042_334_19. No começo ela encara a câmera, com expressão confusa e séria; ao ouvir o valor vem a reviravolta: primeiro ela recusa o beijo, depois toma a iniciativa e propõe pagar para dar um tapa na cara de quem filma; em seguida quem filma vai atrás cobrando o dinheiro, e no fim a garota inventa uma desculpa sem graça e vai embora. A atuação é natural e cotidiana, com uma pitada de humor de esquete de entrevista de rua, mas sem atuação teatral exagerada. Exibir legendas em chinês centralizadas na parte inferior, em branco com contorno preto; no começo pode aparecer um cartão de pergunta em letras grandes amarelas. As legendas precisam corresponder exatamente às falas; não acrescentar falas extras. 【LINHA DO TEMPO】 0:00-0:02 A câmera enquadra de perto o meio corpo da garota, que está caminhando. Surgem letras grandes amarelas na tela: “给你10万块钱 可以亲你一口么?” A garota olha para a câmera e a voz masculina fora de quadro diz: “Se eu te der 100 mil, posso te dar um beijo?” 0:02-0:04 A garota recusa na hora, com expressão séria e um pouco de desdém, e diz: “Não pode”. O homem diz: “E se fosse um milhão?” O celular treme de leve e o reflexo no vidro ao fundo dá um brilho. 0:04-0:06 A garota reage de forma ainda mais enfática e diz para a câmera: “Eu te dou um milhão para te dar um tapa na cara.” Ela olha para a câmera, em tom de quem está confirmando as condições. 0:06-0:07.5 O homem aceita de repente e diz rindo: “Pode, pode.” Ela vira o corpo levemente para o lado e a corrente da bolsa de ombro balança de leve. 0:07.5-0:08.5 A garota ainda solta uma alfinetada: “Você é doido.” Expressão meio rindo, meio de nojinho; o foco do celular hesita por um instante e depois se recupera. 0:08.5-0:10 A garota se vira e sai andando para o lado; o homem vai atrás insistindo, em tom apressado: “Me dá, me dá agora.” A câmera acompanha o perfil e as costas dela, com o tremor de mão mais evidente. 0:10-0:12 Andando, a garota tapa a boca com a mão e inventa a desculpa: “Meu marido veio me buscar.” A imagem congela no momento constrangedor e engraçado em que ela se afasta de lado. 【QUALIDADE DE IMAGEM E SENSAÇÃO DE FALHA DO EQUIPAMENTO】 Gravação vertical de celular comum, leve sensação de compressão, ruído nas áreas escuras da cena noturna, partes do rosto estouradas pela luz de apoio do celular, luzes quentes do fundo parcialmente estouradas. A exposição automática oscila de leve e o balanço de branco fica derivando entre a luz branca fria do celular e a luz amarelo-quente do saguão. Enquadramento imperfeito, cortando às vezes no ombro, na alça da bolsa ou no vidro do fundo. 【SOM】 Sem música de fundo. Apenas som real do ambiente: voz masculina fora de quadro, falas da garota, som noturno da rua, leve reverberação do saguão, veículos ao longe, passos, roçar de roupa e da alça da bolsa, compressão típica do microfone de celular. As falas são claras, mas sem captação de nível cinematográfico. 【PROMPT NEGATIVO】 Nada de ponto de vista de câmera de segurança, nada de plano fixo alto visto de cima, nada de estética cinematográfica, nada de cara de publicidade, nada de estabilizador, nada de movimentos de câmera profissionais, nada de color grading sofisticado, nada de estúdio, nada de bateria de luzes de apoio, nada de enquadramento perfeito, nada de pele excessivamente suavizada, nada de anime, nada de aparência de CG, nada de edição complexa, nada de textos aleatórios, não alterar as falas, não deixar faltar legenda, não acrescentar falas extras, nada de bagunça com muita gente, nada de rosto deformado, nada de dedos deformados, nada de alça de bolsa mudando de forma, nada de mudança brusca do fundo. Ato 2: Gere um vídeo curto vertical 9:16, com cerca de 15 segundos. Estilo de gravação real de celular na mão, dando continuidade à textura do trecho anterior de pegadinha de entrevista de rua captada de improviso à noite na porta de um hotel de luxo ou de um edifício comercial. Ponto de vista em primeira pessoa de quem filma; quem filma não aparece, ouve-se apenas a voz masculina fora de quadro. No fim do trecho anterior a garota disse “Meu marido veio me buscar” e se afastou de lado; este trecho começa logo depois dessa fala — não repetir as falas do trecho anterior, não recomeçar a cantada, não alterar o enredo do trecho anterior. O cenário continua sendo a área externa da entrada do hotel de luxo ou do edifício comercial à noite, com luz interna amarelo-quente ao fundo, portas de vidro, paredes reflexivas, plantas e paisagem urbana escura. A luz vem da lanterna do celular, da luz quente do saguão, dos reflexos do vidro e dos postes ao longe. No geral a imagem parece um vídeo direto de iPhone comum, com leve sensação de compressão, ruído nas sombras da cena noturna e luzes quentes do fundo parcialmente estouradas. A exposição automática oscila de leve conforme a luz de apoio do celular, os reflexos do vidro, a aproximação da bicicleta compartilhada e o movimento das pessoas. O autofoco hesita brevemente entre o perfil da garota, as costas dela, o Gordinho, a bicicleta compartilhada e o movimento de perseguição do homem fora de quadro. As personagens seguem do trecho anterior: jovem mulher adulta do Leste Asiático, com rosto conforme a referência hf_20260702_144205_fb001d72-a786-4cca-bcb6-f3a94335c3e3, roupa, maquiagem caprichada, corpo e penteado conforme a imagem de referência. Ela acabou de inventar uma desculpa sem graça para escapar de quem filma; ao longo deste trecho isso vai virando verdade — alguém realmente vem buscá-la — e a expressão dela passa de culpada e constrangida para aliviada, segurando o riso e um pouco convencida. Nova personagem: um homem gordo e desleixado, adulto, corpo roliço e acima do peso, cabelo curto bagunçado, barba por fazer, camisa branca de manga longa um pouco amassada, bermuda escura estampada, barriga saliente. Ele chega de bicicleta compartilhada à porta do hotel ou do edifício comercial, com um jeito relaxado, simplório, confiante e cômico. É ele o “marido” de quem a garota falou. Nada de anime, nada de garota cartoon, nada de aparência de CG; este trecho serve apenas para apresentar o Gordinho e criar o gancho de contraste. 【LINHA DO TEMPO】 0:00–0:02 A câmera continua do fim do trecho anterior, acompanhando na mão o perfil e as costas da garota que se afasta. Ela caminha na direção da rua ao lado da entrada do edifício, com passos um pouco apressados, como quem quer se livrar logo do constrangimento. A voz masculina fora de quadro vem logo atrás, em tom meio de brincadeira, meio apressado: “Ei, gata — você ainda não me pagou.” A garota não olha para trás, tapa o rosto de leve com a mão, sem graça, e não consegue segurar um sorriso, como quem procura uma desculpa para escapar. 0:02–0:04 A garota continua andando para a frente e a câmera a segue de forma meio desajeitada, cortando de vez em quando no ombro dela, na alça da bolsa ou no vidro do fundo. O autofoco hesita por um instante e o reflexo do vidro estoura de leve a luz quente do fundo. A garota diz baixinho: “Ele já está chegando.” A voz masculina fora de quadro não acredita e insiste, com um tom debochado: “Não me diga que você inventou isso agora?” 0:04–0:06 A garota olha de relance para a câmera, com uma expressão meio culpada e meio de quem quer rir. Ela já ia continuar andando quando de repente desvia o olhar para o lado da câmera, como se tivesse visto algo de verdade. Como quem filma percebe o olhar dela, a câmera também se desloca de leve, mas o enquadramento continua instável. A voz masculina fora de quadro continua insistindo: “Cadê o seu marido?” A garota não responde, apenas dá um sorriso de lábios apertados. 0:06–0:08 De fora do quadro vem o som da campainha de uma bicicleta compartilhada. “Triim——” A câmera se desloca por instinto na direção do olhar da garota. Um homem gordo e desleixado desliza devagar de bicicleta compartilhada até a beira da calçada, e o som do freio soa bem perto. A roupa dele está bagunçada, a barriga saliente, a expressão simplória e confiante, e a postura sobre a bicicleta é tão relaxada que ele parece nem perceber que está na porta de um hotel de luxo ou de um edifício comercial. A expressão constrangida da garota relaxa na hora, como se ela finalmente tivesse encontrado um salvador. 0:08–0:10 O Gordinho estaciona a bicicleta compartilhada, levanta a cabeça, olha para a garota e dá um sorriso bobo. A garota vai imediatamente até o lado dele e, com um tom de voz que de repente fica natural, diz: “Amor, por que você demorou tanto?” Por causa do susto de quem filma, a câmera avança de leve e o autofoco fica indo e voltando entre o rosto da garota, o rosto do Gordinho e o guidão da bicicleta. A voz masculina fora de quadro fica sem reação: “Hã? É o seu marido mesmo?” 0:10–0:12 A garota fica ao lado do Gordinho e apoia levemente a mão no ombro dele, como se estivesse provando que não mentiu. O Gordinho, sentado na bicicleta compartilhada, aperta a campainha meio atrasado. “Triim.” A garota olha para a câmera, com uma expressão meio constrangida e meio convencida, e diz: “Eu falei, meu marido veio me buscar.” A voz masculina fora de quadro fica meio segundo em silêncio e depois solta sem pensar: “Ele vem te buscar de bicicleta compartilhada?” 0:12–0:14 A garota não segura o riso e, antes que ela diga qualquer coisa, o Gordinho olha para a câmera com cara de bobo e responde muito sério: “É ecológico.” A voz masculina fora de quadro fica visivelmente sem resposta e resmunga baixinho: “Peraí… esse contraste é grande demais, né.” A garota ri e dá um tapinha no ombro do Gordinho, como quem avisa para ele não levar tão a sério. 0:14–0:15 O Gordinho ainda completa, muito sério: “E ainda economiza estacionamento.” A garota finalmente não aguenta e cai na risada. A voz masculina fora de quadro faz uma pausa curta, como se não soubesse de jeito nenhum o que responder. A imagem congela nesse contraste absurdo: a garota segurando o riso, o Gordinho com o sorriso bobo e a bicicleta compartilhada parada na porta do hotel de luxo ou do edifício comercial. Leve tremor real de câmera na mão, luz quente estourada no vidro do fundo, ruído noturno, o tilintar leve da bicicleta e o som ambiente do saguão encerrando naturalmente. 【SOM】 Sem música de fundo. Apenas som real do ambiente: voz masculina fora de quadro, falas da garota, falas do Gordinho, campainha da bicicleta compartilhada, som do freio, som noturno da rua, leve reverberação do saguão, veículos ao longe, passos, roçar de roupa e da alça da bolsa, compressão típica do microfone de celular. As falas são claras, mas sem captação de nível cinematográfico. 【PROMPT NEGATIVO】 Nada de ponto de vista de câmera de segurança, nada de plano fixo alto visto de cima, nada de estética cinematográfica, nada de cara de publicidade, nada de estabilizador, nada de movimentos de câmera profissionais, nada de color grading sofisticado, nada de estúdio, nada de bateria de luzes de apoio, nada de enquadramento perfeito, nada de pele excessivamente suavizada, nada de anime, nada de aparência de CG, nada de edição complexa, nada de textos aleatórios, não alterar as falas, não deixar faltar legenda, não acrescentar falas extras, nada de bagunça com muita gente, nada de rosto deformado, nada de dedos deformados, nada de alça de bolsa mudando de forma, nada de mudança brusca do fundo, não recomeçar o enredo do primeiro trecho, não repetir a piada do dinheiro pelo beijo. Ato 3: Gere um vídeo curto vertical 9:16, com cerca de 15 segundos. Estilo de gravação real de iPhone na mão, dando continuidade ao enredo e ao ambiente do trecho anterior: área externa da entrada de um hotel de luxo ou de um edifício comercial à noite, ponto de vista em primeira pessoa de quem filma; quem filma não aparece, ouve-se apenas um pouco da voz masculina fora de quadro. A imagem parece um flagrante de pegadinha de entrevista de rua registrado às pressas com um iPhone comum: tremor de mão evidente, enquadramento imperfeito, exposição automática oscilando de leve conforme a luz de apoio do celular, os reflexos do vidro, a luz quente do saguão e a luz da tela do celular. O autofoco busca com frequência, atrasa e desfoca de leve entre a garota, o Gordinho, a bicicleta compartilhada, o celular do Gordinho, a garota de desenho 2D e as ações na frente da câmera. A qualidade de imagem no geral é plana, preservando flare da lente, pele levemente estourada, motion blur, ruído noturno, blocos de compressão e a compressão típica do microfone de celular. Nada de ponto de vista de câmera de segurança, nada de estética cinematográfica, nada de estabilizador, nada de color grading sofisticado. A cena fica fixa na área externa da entrada do hotel de luxo ou do edifício comercial à noite, com luz interna amarelo-quente ao fundo, portas de vidro, paredes reflexivas, plantas e paisagem urbana escura. A luz vem da lanterna do celular, da luz quente do saguão, dos reflexos do vidro, dos postes ao longe e da tela do celular do Gordinho. A garota deve manter exatamente o mesmo rosto de referência, roupa, maquiagem caprichada, penteado de referência, corpo, vestuário, bolsa de ombro e ar geral do trecho anterior. O Gordinho mantém a configuração: gordo e desleixado, cabelo curto bagunçado, barba por fazer, camisa branca de manga longa amassada, bermuda escura estampada, barriga saliente, jeito simplório e confiante. A garota de desenho 2D pengfeng8025_____-_--chaos_15_--ar_916_--raw_--stylize_150_--_f77f0352-f5eb-4c6a-bf15-3a72b21d6ac3_0 sai de dentro do celular do Gordinho; ela tem mais de 22 anos, expressão vivaz, movimentos leves, e fica de pé no chão da rua — não em cima da cesta da bicicleta, sem aparência infantilizada, sem sangue. Os movimentos são um contra-ataque cômico exagerado e absurdo, sem passar sensação de dano real. Exibir legendas em chinês centralizadas na parte inferior, em branco com contorno preto; as legendas precisam corresponder exatamente às falas, sem acrescentar falas extras. 【LINHA DO TEMPO】 0:00–0:02 A câmera continua do fim do trecho anterior, filmando de perto a garota e o Gordinho. A garota está ao lado dele, com a mão apoiada de leve em seu ombro e o riso preso no rosto. O Gordinho está sentado na bicicleta compartilhada, com expressão simplória. A voz masculina fora de quadro debocha: “Você chamou ele mesmo para te buscar?” O Gordinho não diz nada, só abaixa a cabeça e tira devagar o celular do bolso. 0:02–0:04 A câmera se desloca curiosa na direção do celular, o autofoco puxa para a tela e a exposição dá um salto por causa do brilho dela. Ao ver o Gordinho pegar o celular, a garota faz uma cara de “você vai se dar mal” segurando o riso. O Gordinho diz calmamente: “Tem gente dentro do meu celular.” A voz masculina fora de quadro dá uma risadinha: “Hã?” 0:04–0:06 O Gordinho toca a tela do celular. Uma luz bidimensional salta do aparelho e uma garota de desenho 2D adulta pula da tela, aterrissa leve no chão da calçada e fica de pé na frente do Gordinho e da câmera. Com as mãos na cintura, ela olha sorridente para a câmera. A câmera dá um solavanco forte e o autofoco pula descontrolado entre ela, o Gordinho e a garota, enquanto a luz quente do vidro do fundo estoura por um instante. A garota de desenho diz: “Do que é que você está rindo?” 0:06–0:08 A voz masculina fora de quadro recua, meio insegura: “Não, eu…” A garota de desenho de repente se agacha para tomar impulso, dá um salto com os pés como um personagem de videogame e avança em alta velocidade contra a câmera, aplicando um voadora exagerada de frente no ponto de vista em primeira pessoa do homem. No mesmo instante a câmera é jogada bruscamente para trás e para cima, a imagem sai de controle, acompanhada do assobio do ar e do estouro do microfone do celular. 0:08–0:10 O ponto de vista em primeira pessoa é arremessado no ar. A imagem gira em alta velocidade: céu noturno, saguão do hotel, postes, fachada de vidro, plantas da calçada, paisagem urbana e luzes de outdoors rodopiando loucamente. No meio dos giros, dá para ver por um instante a própria mão se esticando e tentando agarrar alguma coisa, e depois o próprio pé subindo pela parte de baixo do quadro, como se a pessoa estivesse dando um giro de 360 graus no ar. A voz masculina fora de quadro grita: “Aaaah——!” 0:10–0:11.5 A câmera continua girando no ar, a vista noturna da cidade fica de cabeça para baixo e volta ao normal, e o próprio braço e joelho invadem por um instante a borda do quadro. Em seguida o ponto de vista despenca rapidamente, o piso e os reflexos da calçada ficam cada vez mais próximos, e depois de um baque abafado exagerado mas sem sangue o corpo bate no chão. A imagem vira um ângulo baixo e torto, no qual dá para ver o pneu da bicicleta compartilhada, os sapatos da garota, a silhueta desfocada do Gordinho e o reflexo da porta de vidro do hotel. 0:11.5–0:13 Caído no chão, o homem tem a visão zonza. Ao levantar a cabeça, ele vê a garota de desenho decolar no ar como um personagem de videogame ativando a segunda parte de um golpe, girando de cabeça para baixo contra o céu noturno e a luz quente do saguão, com o cotovelo apontado para baixo, preparando uma cotovelada descendente. Ao lado, a garota cai na risada e o Gordinho assiste tranquilo. 0:13–0:14.2 A garota de desenho mergulha do alto em alta velocidade, com uma presença muito ameaçadora. O ponto de vista em primeira pessoa levanta o braço por instinto para se proteger, e dá para ver claramente o próprio braço se atravessando às pressas na frente da câmera. A cotovelada dela desce violentamente em direção à lente e para de repente pouco antes de encostar. A câmera recua apavorada e o microfone do celular estoura de novo. A garota de desenho se aproxima da lente e diz sorrindo: “Da próxima vez, não fique perseguindo garota por aí.” 0:14.2–0:15 Ao lado do Gordinho, a garota emenda, despreocupada: “E principalmente não ria do meu marido.” O Gordinho aperta a campainha com cara de bobo: “Triim.” A garota de desenho acena e volta saltitando na direção do celular do Gordinho. A imagem se encerra naturalmente em meio ao tremor residual da câmera na mão, ao ruído noturno, aos reflexos do vidro, às risadinhas dos passantes e ao som da bicicleta compartilhada. 【SOM】 Sem música de fundo. Apenas som real do ambiente: um pouco da voz masculina fora de quadro, falas da garota, falas do Gordinho, falas e risadas da garota de desenho, campainha da bicicleta compartilhada, som dos toques no celular, assobio do ar da voadora, vento dos giros no ar, baque abafado da queda, estouro de compressão do microfone do celular, exclamações dos passantes, som noturno da rua, reverberação do saguão, veículos ao longe, roçar de roupa e da alça da bolsa. As falas são claras, mas sem captação de nível cinematográfico. 【PROMPT NEGATIVO】 Nada de ponto de vista de câmera de segurança, nada de plano fixo alto visto de cima, nada de estética cinematográfica, nada de cara de publicidade, nada de estabilizador, nada de movimentos de câmera profissionais, nada de color grading sofisticado, nada de estúdio, nada de enquadramento perfeito, nada de pele excessivamente suavizada, nada de edição complexa, nada de bagunça com muita gente, nada de rosto deformado, nada de dedos deformados, nada de alça de bolsa mudando de forma, nada de mudança brusca do fundo, não recomeçar o enredo do primeiro trecho, não transformar a garota de desenho em pessoa real, nada de sangue, nada de sensação de violência real.
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